A Federação das Indústrias (FIESC) avalia como positiva a decisão, anunciada no dia 18 de agosto pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), de adiar para 2011 a entrada em vigor das novas regras para o registro de ponto. O presidente da Câmara de Relações Trabalhistas da FIESC, Durval Marcatto Júnior, afirma que a medida, que passaria a valer a partir do dia 26 de agosto, vem preocupando o setor produtivo por aumentar a burocracia e elevar custos. "Esse tema precisa ser reavaliado. Da forma como está não atende nem às necessidades das empresas, nem o interesse dos trabalhadores", disse.
O presidente da Câmara destaca que a informatização do ponto é positiva, porém a portaria obriga a impressão do comprovante, e essa operação é três vezes mais demorada que a praticada hoje. A CNI tem sugerido que esse assunto seja discutido de forma ampla entre os trabalhadores, as empresas e o governo.
Os equipamentos que fazem a impressão do ponto custam até cerca de R$ 4 mil, sem considerar o custo do papel, e, além disso, estão em falta no mercado. Marcatto considera que a obrigatoriedade da impressão seria inócua. "A empresa que não cumpre as regras hoje, não cumpriria as novas também", diz.
Fiesc
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
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