A Gerdau informa que o impacto dos aumentos do minério de ferro e do carvão serão significativos
A elevação dos preços de algumas das principais matérias-primas e o início de uma nova rodada de reivindicações salariais pressionam os custos de grandes grupos industriais do país, revelaram ontem os empresários presentes à entrega do prêmio "Executivo de Valor" aos profissionais que mais se destacaram em 24 setores de atividade. A revista "Executivo de Valor" circula hoje para assinantes e em bancas.
A Gerdau, segundo maior fabricante de aços do Brasil, informa que o impacto dos aumentos do minério de ferro e do carvão serão significativos. A ele se somam os dissídios salariais, disse André Gerdau Johannpeter, presidente da companhia. "O impacto do aumento de 100% no minério e de mais 50% no carvão será muito forte e ambos afetam também o custo da sucata", lembrou.
Já o preço do aço é uma das grandes preocupações de várias empresas, como a Fiat. Os reajustes do minério de ferro e do aço preocupam Cledorvino Belini, presidente da montadora. "Nossa matéria-prima é o aço e já existe uma pressão de custo há mais de seis meses", disse Harry Schmelzer Jr., presidente da WEG, que fabrica equipamentos e motores elétricos. Segundo ele, a empresa vai anunciar reajustes de preços em breve.
Antonio Maciel Neto, presidente da Suzano Papel e Celulose, disse que a alta do petróleo, com o consequente aumento dos fretes internacionais, e a recuperação de preços da soda cáustica, insumo básico do setor, elevaram os custos. José Drummond Júnior, presidente da Whirlpool, maior fabricante de produtos da linha branca no país, adiantou que os reajustes das matérias-primas já foi sentido e busca conter gastos para que os aumentos "não diluam nossa competitividade". Laercio Cosentino, da Totvs, da área de tecnologia da informação, diz que "a grande pressão de custos vem dos dissídios coletivos".
Apesar das pressões, boa parte dos empresários não concorda que os juros devam subir agora.
A Gerdau informa que o impacto dos aumentos do minério de ferro e do carvão serão significativos
A elevação dos preços de algumas das principais matérias-primas e o início de uma nova rodada de reivindicações salariais pressionam os custos de grandes grupos industriais do país, revelaram ontem os empresários presentes à entrega do prêmio "Executivo de Valor" aos profissionais que mais se destacaram em 24 setores de atividade. A revista "Executivo de Valor" circula hoje para assinantes e em bancas.
A Gerdau, segundo maior fabricante de aços do Brasil, informa que o impacto dos aumentos do minério de ferro e do carvão serão significativos. A ele se somam os dissídios salariais, disse André Gerdau Johannpeter, presidente da companhia. "O impacto do aumento de 100% no minério e de mais 50% no carvão será muito forte e ambos afetam também o custo da sucata", lembrou.
Já o preço do aço é uma das grandes preocupações de várias empresas, como a Fiat. Os reajustes do minério de ferro e do aço preocupam Cledorvino Belini, presidente da montadora. "Nossa matéria-prima é o aço e já existe uma pressão de custo há mais de seis meses", disse Harry Schmelzer Jr., presidente da WEG, que fabrica equipamentos e motores elétricos. Segundo ele, a empresa vai anunciar reajustes de preços em breve.
Antonio Maciel Neto, presidente da Suzano Papel e Celulose, disse que a alta do petróleo, com o consequente aumento dos fretes internacionais, e a recuperação de preços da soda cáustica, insumo básico do setor, elevaram os custos. José Drummond Júnior, presidente da Whirlpool, maior fabricante de produtos da linha branca no país, adiantou que os reajustes das matérias-primas já foi sentido e busca conter gastos para que os aumentos "não diluam nossa competitividade". Laercio Cosentino, da Totvs, da área de tecnologia da informação, diz que "a grande pressão de custos vem dos dissídios coletivos".
Apesar das pressões, boa parte dos empresários não concorda que os juros devam subir agora.
Valor
quarta-feira, 14 de abril de 2010
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