A adoção do ponto eletrônico pelas empresas de todo o país, prevista em portaria do Ministério do Trabalho e Emprego, foi discutida em audiência pública nesta quarta-feira (6) pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio da Câmara dos Deputados. A medida entrou em vigor no dia 1º de março, mas, como não está regulamentada, ainda não é obrigatória.
O representante da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), Carlos Amorim Jr., afirmou, na ocasião, que o órgão não dispõe de qualquer norma para reger o funcionamento dos aparelhos eletrônicos de registro do ponto.
Para Emerson Casali, que representou a Confederação Nacional da Indústria (CNI) na audiência, os equipamentos serão "mais um tijolo para atrapalhar o desenvolvimento das empresas". Na visão da CNI, o ponto eletrônico, da forma como está posto, traz insegurança jurídica; o processo de certificação é falho e a memória do sistema é suscetível a falhas. "Não é inviolável (o ponto eletrônico) e as formas habituais de registrar o ponto devem continuar sendo utilizadas, pois a inovação abre a possibilidade também de inserção de vírus", argumentou Casali.
A defesa do ponto eletrônico foi feita, na audiência, pelo presidente da Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB), Wagner Gomes. Para ele, o mecanismo não deve ser tido como uma camisa de força, mas como uma forma do trabalhador ter certificado o turno que cumpriu.
Portal EconomiaSC
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Falta de trabalhadores qualificados prejudica 69% das empresas
99% acreditam na necessidade de investir na qualificação dos funcionários, mas 99% afirmaram que têm dificuldade para qualificá-los
Pesquisa feita pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), entre 1.616 empresas, constatou que 69% delas enfrentam dificuldades com a falta de trabalhador qualificado. Segundo o levantamento, 94% têm problemas para encontrar operadores para a produção e 70% afirmam que a carência de profissional qualificado prejudica o aumento da competitividade.
De acordo com a Sondagem Especial - Trabalhador Qualificado, elaborada pela CNI, 78% das empresas para as quais falta trabalhador qualificado têm programas de capacitação como uma das formas de lidar com o problema.
A principal dificuldade para qualificar os funcionários, de acordo com 52% das empresas, é a má qualidade da educação básica. Conforme os dados, 99% acreditam na necessidade de investir na qualificação dos funcionários, mas 99% têm dificuldade para qualificá-los.
Entre as entrevistadas, 931 são pequenas empresas, 464, médias e 221, grandes. Daquelas que disseram ter dificuldades, 70% são pequenas, 70% médias e 63% grandes. Entre os setores mais críticos em relação à mão de obra qualificada estão o de vestuário (84%), outros equipamentos de transportes - que inclui todos que não são da cadeia produtiva de automóveis - (83%), limpeza e perfumaria (82%) e móveis (80%).
Consequências
Para o gerente-executivo da CNI, Renato da Fonseca, a má qualidade da educação básica atrapalha na capacitação do trabalhador por parte da empresa em atividades específicas. "O principal efeito é a queda da produtividade, porque em todo o trabalho produtivo é necessário um trabalhador com bom raciocínio lógico, boa experiência para reduzir o custo e excessos na produção e isso está muito difícil com a baixa qualificação dos trabalhadores."
Fonseca disse também que outro efeito da baixa qualificação é que as empresas não conseguem manter a qualidade dos produtos, o que afeta a competitividade em relação ao resto do mundo.
"Neste cenário fica muito difícil o Brasil atingir níveis observados em outros países, porque as empresas não conseguem se colocar no mercado internacional e se desenvolverem. E para ter esse trabalhador qualificado é preciso resolver o problema da educação básica, que leva gerações para ser resolvido."
Portal EconomiaSC
Pesquisa feita pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), entre 1.616 empresas, constatou que 69% delas enfrentam dificuldades com a falta de trabalhador qualificado. Segundo o levantamento, 94% têm problemas para encontrar operadores para a produção e 70% afirmam que a carência de profissional qualificado prejudica o aumento da competitividade.
De acordo com a Sondagem Especial - Trabalhador Qualificado, elaborada pela CNI, 78% das empresas para as quais falta trabalhador qualificado têm programas de capacitação como uma das formas de lidar com o problema.
A principal dificuldade para qualificar os funcionários, de acordo com 52% das empresas, é a má qualidade da educação básica. Conforme os dados, 99% acreditam na necessidade de investir na qualificação dos funcionários, mas 99% têm dificuldade para qualificá-los.
Entre as entrevistadas, 931 são pequenas empresas, 464, médias e 221, grandes. Daquelas que disseram ter dificuldades, 70% são pequenas, 70% médias e 63% grandes. Entre os setores mais críticos em relação à mão de obra qualificada estão o de vestuário (84%), outros equipamentos de transportes - que inclui todos que não são da cadeia produtiva de automóveis - (83%), limpeza e perfumaria (82%) e móveis (80%).
Consequências
Para o gerente-executivo da CNI, Renato da Fonseca, a má qualidade da educação básica atrapalha na capacitação do trabalhador por parte da empresa em atividades específicas. "O principal efeito é a queda da produtividade, porque em todo o trabalho produtivo é necessário um trabalhador com bom raciocínio lógico, boa experiência para reduzir o custo e excessos na produção e isso está muito difícil com a baixa qualificação dos trabalhadores."
Fonseca disse também que outro efeito da baixa qualificação é que as empresas não conseguem manter a qualidade dos produtos, o que afeta a competitividade em relação ao resto do mundo.
"Neste cenário fica muito difícil o Brasil atingir níveis observados em outros países, porque as empresas não conseguem se colocar no mercado internacional e se desenvolverem. E para ter esse trabalhador qualificado é preciso resolver o problema da educação básica, que leva gerações para ser resolvido."
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Indústria vê obstáculos para aumentar exportações
O Brasil transformou-se em país de alto custo em salário, tributos e infraestrutura e só tem chance de expandir vendas industriais à China aumentando a sofisticação em setores que exploram matérias-primas onde o país tem vantagens comparativas. É o que pensa o diretor-executivo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), José Augusto Fernandes, um dos principais organizadores da missão comercial que acompanhará a presidente Dilma Rousseff, em viagem à China, na semana que vem.
"Em curto prazo, o comércio com a China será ditado pelas commodities, não há como mudar", comenta Fernandes, rendendo-se à evidência de que produtos como minério de ferro, soja e petróleo ocupam quase 90% das exportações brasileiras aos chineses. "A estratégia para a China passa pela competitividade do Brasil", diz o representante da indústria, ao apontar os custos representados por impostos, insumos como energia e mão de obra no Brasil. "Se não enfrentarmos esses problemas internos, ficaremos sempre em uma agenda defensiva."
José Augusto Fernandes vê a possibilidade de fechamento de negócios pelos quase 300 empresários que acompanharão Dilma à China, aproveitando nichos de mercado naquele país. Mas alerta para a perda acelerada de competitividade dos produtores brasileiros, que deve se agravar com "bombas" já previstas para 2012, como o aumento bem acima da inflação para o salário mínimo.
O custo da energia no Brasil é, hoje, muito superior ao de 28 países industrializados, principalmente por causa dos tributos, que são 300% superiores aos cobrados na França ou Canadá, e 200% aos dos Estados Unidos ou Coreia do Sul.
A inflação no país agrava a perda de competitividade, que exigirá algum tipo de reforma tributária. "Não é só nossa capacidade de exportar na China que está em jogo, é a de nos defendermos aqui", diz o executivo da CNI.
As decisões até agora anunciadas como provável pacote de apoio à indústria, embora importantes, não alteram substancialmente o quadro institucional da tributação no país, avalia José Augusto Fernandes. O governo fala em reduzir gradualmente a tributação sobre folha de salários, mas deve transferir os encargos para o faturamento, reduzirá gradualmente o problema de acúmulo de créditos aos exportadores, mas não parece ter chances de mudar a estrutura dos impostos estaduais, que geram parte desses créditos com a cobrança indevida de impostos. E haverá alguma contribuição para empresa menores, com mudanças no chamado Simples, incentivando vendas ao exterior.
Os encontros de empresários durante a visita de Dilma deverão enfatizar a procura de nichos no mercado chinês e as oportunidades para atração de investimentos e associações de chineses no Brasil, com grandes obras de infraestrutura, apoio governamental à indústria de software e a setores como biocombustíveis, além do potencial de crescimento do consumo interno brasileiro. A comparação das condições para negócios no Brasil e na China, porém, é francamente favorável ao país asiático, dotado de uma infraestrutura moderna nos principais centros urbanos e a melhor logística voltada à exportação entre os países emergentes. (SL)
Valor
"Em curto prazo, o comércio com a China será ditado pelas commodities, não há como mudar", comenta Fernandes, rendendo-se à evidência de que produtos como minério de ferro, soja e petróleo ocupam quase 90% das exportações brasileiras aos chineses. "A estratégia para a China passa pela competitividade do Brasil", diz o representante da indústria, ao apontar os custos representados por impostos, insumos como energia e mão de obra no Brasil. "Se não enfrentarmos esses problemas internos, ficaremos sempre em uma agenda defensiva."
José Augusto Fernandes vê a possibilidade de fechamento de negócios pelos quase 300 empresários que acompanharão Dilma à China, aproveitando nichos de mercado naquele país. Mas alerta para a perda acelerada de competitividade dos produtores brasileiros, que deve se agravar com "bombas" já previstas para 2012, como o aumento bem acima da inflação para o salário mínimo.
O custo da energia no Brasil é, hoje, muito superior ao de 28 países industrializados, principalmente por causa dos tributos, que são 300% superiores aos cobrados na França ou Canadá, e 200% aos dos Estados Unidos ou Coreia do Sul.
A inflação no país agrava a perda de competitividade, que exigirá algum tipo de reforma tributária. "Não é só nossa capacidade de exportar na China que está em jogo, é a de nos defendermos aqui", diz o executivo da CNI.
As decisões até agora anunciadas como provável pacote de apoio à indústria, embora importantes, não alteram substancialmente o quadro institucional da tributação no país, avalia José Augusto Fernandes. O governo fala em reduzir gradualmente a tributação sobre folha de salários, mas deve transferir os encargos para o faturamento, reduzirá gradualmente o problema de acúmulo de créditos aos exportadores, mas não parece ter chances de mudar a estrutura dos impostos estaduais, que geram parte desses créditos com a cobrança indevida de impostos. E haverá alguma contribuição para empresa menores, com mudanças no chamado Simples, incentivando vendas ao exterior.
Os encontros de empresários durante a visita de Dilma deverão enfatizar a procura de nichos no mercado chinês e as oportunidades para atração de investimentos e associações de chineses no Brasil, com grandes obras de infraestrutura, apoio governamental à indústria de software e a setores como biocombustíveis, além do potencial de crescimento do consumo interno brasileiro. A comparação das condições para negócios no Brasil e na China, porém, é francamente favorável ao país asiático, dotado de uma infraestrutura moderna nos principais centros urbanos e a melhor logística voltada à exportação entre os países emergentes. (SL)
Valor
quarta-feira, 6 de abril de 2011
IBGE: produção industrial sobe em 9 regiões em fevereiro
Santa Catarina e Rio Grande do Sul estão entre os estados que apresentaram alta nos índices, enquanto Paraná tem queda acentuada
Da Agência Estado
Os índices regionais da produção industrial avançaram em nove dos 14 locais pesquisados entre janeiro e fevereiro de 2011 na série ajustada sazonalmente e divulgada hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os destaques são Goiás (9,1%), Pernambuco (8,0%), Rio de Janeiro (5,1%), Amazonas (4,6%), Minas Gerais (3,4%) e Espírito Santo (2,2%), que apontaram crescimento acima da média nacional (1,9%). As outras regiões com taxas positivas foram: Ceará (1,4%), Rio Grande do Sul (1,2%) e São Paulo (1,1%). Entre as cinco áreas que reduziram a produção, Paraná (-10,5%) e Bahia (-8,8%) registraram quedas maiores que Pará (-2,0%), região Nordeste (-1,1%) e Santa Catarina (-0,2%).
O IBGE também apurou que a produção cresceu em oito dos 14 locais pesquisados na comparação com fevereiro do ano passado. Isso reflete não só uma maior produção no início do ano, como ainda o "efeito calendário", pois, em 2011, fevereiro teve dois dias úteis a mais que em 2010.
Com avanços maiores que o observado em nível nacional (6,9%) nessa base de comparação figuraram Espírito Santo (14,4%), Amazonas (11,1%), Paraná (9,4%), Minas Gerais (8,8%), Rio Grande do Sul (7,9%) e Rio de Janeiro (7,0%). Os demais resultados positivos foram em São Paulo (6,8%) e Santa Catarina (4,1%). Já a Bahia (-15,6%) teve a queda mais acentuada, refletindo uma menor produção no setor químico (-48%), por causa da paralisação da atividade causada pelo apagão do setor elétrico, que afetou a Região Nordeste no início do mês.
Também registraram resultados negativos, Pernambuco (-3,4%), Goiás (-2,2%), Ceará (-1,6%) e Pará (-1,5%).
No indicador acumulado para o primeiro bimestre do ano, o avanço da produção atingiu nove dos 14 locais pesquisados. Cinco cresceram acima da média nacional (4,6%): Paraná (13,8%), Espírito Santo (11,7%), Minas Gerais (6,0%), Amazonas (5,6%) e São Paulo (5,1%). Nessas áreas, o dinamismo foi influenciado pela ampliação na fabricação de bens de consumo duráveis (automóveis e telefones celulares) e de setores produtores de bens de capital, além da recuperação das atividades tipicamente exportadoras, especialmente as commodities.
Com ganhos menores que a média, Rio de Janeiro (4,4%), Santa Catarina (3,3%) e Rio Grande do Sul (2,0%) completaram o conjunto de locais com taxas positivas. Os resultados negativos foram: Goiás (-1,6%), Pernambuco (-3,7%), Ceará (-6,0%), Região Nordeste (-7,5%) e Bahia (-12,1%).
Revista Amanhã
Da Agência Estado
Os índices regionais da produção industrial avançaram em nove dos 14 locais pesquisados entre janeiro e fevereiro de 2011 na série ajustada sazonalmente e divulgada hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os destaques são Goiás (9,1%), Pernambuco (8,0%), Rio de Janeiro (5,1%), Amazonas (4,6%), Minas Gerais (3,4%) e Espírito Santo (2,2%), que apontaram crescimento acima da média nacional (1,9%). As outras regiões com taxas positivas foram: Ceará (1,4%), Rio Grande do Sul (1,2%) e São Paulo (1,1%). Entre as cinco áreas que reduziram a produção, Paraná (-10,5%) e Bahia (-8,8%) registraram quedas maiores que Pará (-2,0%), região Nordeste (-1,1%) e Santa Catarina (-0,2%).
O IBGE também apurou que a produção cresceu em oito dos 14 locais pesquisados na comparação com fevereiro do ano passado. Isso reflete não só uma maior produção no início do ano, como ainda o "efeito calendário", pois, em 2011, fevereiro teve dois dias úteis a mais que em 2010.
Com avanços maiores que o observado em nível nacional (6,9%) nessa base de comparação figuraram Espírito Santo (14,4%), Amazonas (11,1%), Paraná (9,4%), Minas Gerais (8,8%), Rio Grande do Sul (7,9%) e Rio de Janeiro (7,0%). Os demais resultados positivos foram em São Paulo (6,8%) e Santa Catarina (4,1%). Já a Bahia (-15,6%) teve a queda mais acentuada, refletindo uma menor produção no setor químico (-48%), por causa da paralisação da atividade causada pelo apagão do setor elétrico, que afetou a Região Nordeste no início do mês.
Também registraram resultados negativos, Pernambuco (-3,4%), Goiás (-2,2%), Ceará (-1,6%) e Pará (-1,5%).
No indicador acumulado para o primeiro bimestre do ano, o avanço da produção atingiu nove dos 14 locais pesquisados. Cinco cresceram acima da média nacional (4,6%): Paraná (13,8%), Espírito Santo (11,7%), Minas Gerais (6,0%), Amazonas (5,6%) e São Paulo (5,1%). Nessas áreas, o dinamismo foi influenciado pela ampliação na fabricação de bens de consumo duráveis (automóveis e telefones celulares) e de setores produtores de bens de capital, além da recuperação das atividades tipicamente exportadoras, especialmente as commodities.
Com ganhos menores que a média, Rio de Janeiro (4,4%), Santa Catarina (3,3%) e Rio Grande do Sul (2,0%) completaram o conjunto de locais com taxas positivas. Os resultados negativos foram: Goiás (-1,6%), Pernambuco (-3,7%), Ceará (-6,0%), Região Nordeste (-7,5%) e Bahia (-12,1%).
Revista Amanhã
Indústrias investem na qualidade de vida dos trabalhadores
Ao longo do ano, mais de mil colaboradores da indústria do município de Tubarão passarão por avaliações que formarão o Diagnóstico de Saúde e Estilo de Vida (DSEV). Os trabalhadores responderão questionários e passarão por um circuito de avaliações de saúde, com orientação individual e distribuição de materiais educativos sobre qualidade de vida e segurança no trabalho. O serviço, desenvolvido pelo SESI/SC, fornece às indústrias uma análise sobre a saúde e estilo de vida dos colaboradores.
O DSEV objetiva identificar as ações de saúde pertinentes para a busca da qualidade de vida dos industriários. "Os resultados obtidos por meio do Diagnóstico mostram o perfil da empresa e as reais necessidades para se oferecer bem-estar aos trabalhadores. Essa ação auxilia o SESI/SC a construir e oferecer soluções corporativas que promovem mais saúde e qualidade de vida dentro das indústrias", explica a gerente do SESI na Região Sul, Jovilde Parisotto. Os resultados obtidos por meio do DSEV ainda fornecem informações para alimentar um banco de dados que permite analisar e identificar grupos de risco dentro das indústrias.
O Diagnóstico de Saúde e Estilo de Vida faz parte do projeto Indústria Saudável, um programa que auxilia no desenvolvimento de soluções customizadas para questões sociais das indústrias. A avaliação das condições físicas dos trabalhadores é realizada em cinco etapas: medidas de peso, altura e Índice de Massa Corpórea (IMC), exame de glicemia, pressão arterial, exame odontológico e orientações individuais de acordo com os resultados diagnosticados. Com esses dados, o SESI/SC consegue apresentar à empresa os riscos que ameaçam a saúde do grupo avaliado e sugerir ações para prevenir eventuais problemas.
Em 2010, cerca de 18 mil trabalhadores catarinenses tiveram a saúde avaliada por meio desse serviço.
Fiesc
O DSEV objetiva identificar as ações de saúde pertinentes para a busca da qualidade de vida dos industriários. "Os resultados obtidos por meio do Diagnóstico mostram o perfil da empresa e as reais necessidades para se oferecer bem-estar aos trabalhadores. Essa ação auxilia o SESI/SC a construir e oferecer soluções corporativas que promovem mais saúde e qualidade de vida dentro das indústrias", explica a gerente do SESI na Região Sul, Jovilde Parisotto. Os resultados obtidos por meio do DSEV ainda fornecem informações para alimentar um banco de dados que permite analisar e identificar grupos de risco dentro das indústrias.
O Diagnóstico de Saúde e Estilo de Vida faz parte do projeto Indústria Saudável, um programa que auxilia no desenvolvimento de soluções customizadas para questões sociais das indústrias. A avaliação das condições físicas dos trabalhadores é realizada em cinco etapas: medidas de peso, altura e Índice de Massa Corpórea (IMC), exame de glicemia, pressão arterial, exame odontológico e orientações individuais de acordo com os resultados diagnosticados. Com esses dados, o SESI/SC consegue apresentar à empresa os riscos que ameaçam a saúde do grupo avaliado e sugerir ações para prevenir eventuais problemas.
Em 2010, cerca de 18 mil trabalhadores catarinenses tiveram a saúde avaliada por meio desse serviço.
Fiesc
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