quarta-feira, 7 de abril de 2010
TUPY INVESTE R$ 172 MI
A Tupy, multinacional do setor metalúrgico com matriz em Joinville, vai investir R$ 172 milhões neste ano nas unidades de Joinville e de Mauá (SP). A maior parte será aplicada na cidade mais populosa de Santa Catarina. O valor faz parte dos R$ 420 milhões planejados para o triênio 2008-2010. Em razão da crise econômica de 2008-2009, o cronograma de investimentos foi retardado e, agora, se encerra em 2012.
Os R$ 172 milhões serão usados em reforma de pavilhões para instalar nova linha para produzir peças automotivas para suspensão de veículos – um segmento que vai crescer dentro da metalúrgica.
Há, ainda, a previsão de a empresa ampliar o volume de produção de 390 mil toneladas para 490 mil toneladas de peças por ano, até 2012. A companhia também terá nova linha de produção de blocos. Em 2009, a Tupy investiu R$ 107 milhões, quando priorizou a área de usinagem.
PPR
Os trabalhadores da Tupy recebem, amanhã, de 0,85 a um salário nominal por conta do programa de participação nos resultados de 2009. O desembolso total supera R$ 9 milhões.
Fonte: Coluna Cláudio Loetz - A Notícia
Os R$ 172 milhões serão usados em reforma de pavilhões para instalar nova linha para produzir peças automotivas para suspensão de veículos – um segmento que vai crescer dentro da metalúrgica.
Há, ainda, a previsão de a empresa ampliar o volume de produção de 390 mil toneladas para 490 mil toneladas de peças por ano, até 2012. A companhia também terá nova linha de produção de blocos. Em 2009, a Tupy investiu R$ 107 milhões, quando priorizou a área de usinagem.
PPR
Os trabalhadores da Tupy recebem, amanhã, de 0,85 a um salário nominal por conta do programa de participação nos resultados de 2009. O desembolso total supera R$ 9 milhões.
Fonte: Coluna Cláudio Loetz - A Notícia
Indústria cresce em sete de 14 regiões em fevereiro, diz IBGE
A indústria apresentou crescimento em sete dos 14 locais pesquisados em fevereiro em relação ao mês anterior, divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística nesta quarta-feira (7).
Os destaques do mês foram Pernambuco (11,1%), Goiás (8,3%), Rio de Janeiro (2,3%), São Paulo (2,2%) e Minas Gerais (2,0%), que cresceram acima da média nacional (1,5%).
As perdas mais expressivas foram registradas no Rio Grande do Sul (-5,3%) e Amazonas (-3,9%).
Já na comparação com o mesmo mês do ano passado, todos os locais pesquisados apresentaram crescimento na produção, refletindo a base de comparação fraca em razão da crise.
Registraram avanços acima da média (18,4%) Espírito Santo (37,9%), Goiás (31,6%), Minas Gerais (26,0%), Pernambuco (24,7%), Amazonas (22,5%) e São Paulo (20,9%).
No acumulado para o primeiro bimestre de 2010, o avanço também foi generalizado e atingiu todas as 14 regiões, sendo que Espírito Santo (43,6%), Amazonas (27,6%), Minas Gerais (26,8%), Goiás (25,7%) e São Paulo (18,1%) mostraram as expansões mais intensas que a média nacional (17,2%).
O indicador acumulado nos últimos 12 meses avançou 4,8 pontos percentuais e reduziu o ritmo de queda passando de -7,4% em janeiro para -2,6% em fevereiro.
Fonte: Site da Globo
Os destaques do mês foram Pernambuco (11,1%), Goiás (8,3%), Rio de Janeiro (2,3%), São Paulo (2,2%) e Minas Gerais (2,0%), que cresceram acima da média nacional (1,5%).
As perdas mais expressivas foram registradas no Rio Grande do Sul (-5,3%) e Amazonas (-3,9%).
Já na comparação com o mesmo mês do ano passado, todos os locais pesquisados apresentaram crescimento na produção, refletindo a base de comparação fraca em razão da crise.
Registraram avanços acima da média (18,4%) Espírito Santo (37,9%), Goiás (31,6%), Minas Gerais (26,0%), Pernambuco (24,7%), Amazonas (22,5%) e São Paulo (20,9%).
No acumulado para o primeiro bimestre de 2010, o avanço também foi generalizado e atingiu todas as 14 regiões, sendo que Espírito Santo (43,6%), Amazonas (27,6%), Minas Gerais (26,8%), Goiás (25,7%) e São Paulo (18,1%) mostraram as expansões mais intensas que a média nacional (17,2%).
O indicador acumulado nos últimos 12 meses avançou 4,8 pontos percentuais e reduziu o ritmo de queda passando de -7,4% em janeiro para -2,6% em fevereiro.
Fonte: Site da Globo
terça-feira, 30 de março de 2010
Negociação Salarial
O Sindimet definiu Comissão Negociadora Patronal para tratar com o sindicato laboral assuntos relativos ao reajuste da categoria. Integram a comissão os associados José Francisco Reitz, Renato Luiz Nass, Emerson Wilson Branco, Dr. Vicente Cecato, Dr. Edinei Antonio Dal Piva e Mário Brehm. A primeira reunião Negociação deverá ser realizada no dia 1º de abril, na ACIJ. Na oportunidade devem ser definidos os pontos básicos da negociação, a área de abrangência e discutida a nova prorrogação da data-base da categoria, que expira dia 31 de março. O Sindicato Patronal estende a data-base até o dia 6 de abril, data que sugerida para a segunda Reunião de Negociação.
É interesse do Sindimet discutir a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho em mesa de negociação, não concordando, portanto, que a matéria seja levada a dissídio coletivo.
É interesse do Sindimet discutir a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho em mesa de negociação, não concordando, portanto, que a matéria seja levada a dissídio coletivo.
Governo estende programa, mas eleva juros
O governo anunciou, ontem, a extensão do Programa de Sustentação do Investimento (PSI) - que subsidia as taxas de juros para a aquisição de máquinas e equipamentos industriais e agrícolas -, mas elevou um pouco as taxas. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que os recursos adicionais de R$ 80 bilhões para o BNDES financiar a compra de máquinas e equipamentos, no âmbito deste programa, terão taxa de juros subsidiada que custará R$ 10,5 bilhões para o Tesouro Nacional num prazo de oito anos. Os valores liberados para 2010 representam quase o dobro dos recursos aplicados em 2009, de R$ 42 bilhões.
A taxa de juros para esses empréstimos será reajustada em 1º de julho. No caso dos financiamentos para máquinas, ela subirá de 4,5% ao ano para 5,5% anuais. Já nas demais linhas (pró-caminhoneiro), o custo do crédito subirá de 7% para 8,5% anuais.
Este ano os juros subsidiados representarão R$ 1,9 bilhão para cofres da União. "Nesta conta são considerados os financiamentos feitos até agora {março) e a previsão de contratação para este ano", disse o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa. Segundo ele, os recursos de 2009, de R$ 42 bilhões, foram totalmente emprestados.
A parcela do Programa de Aceleração do Crescimento 2 (PAC 2), anunciado ontem, que é de responsabilidade do Orçamento Geral da União (OGU) será de R$ 220 bilhões até 2014, cifra que representa 22,2% do total dos recursos do PAC 2, de R$ 980 bilhões. Na verdade, sairão dos cofres do Tesouro Nacional R$ 177 bilhões até 2014. O restante corresponde a estimativas de obras do PAC 2 que só acontecerão após 2014. O secretário disse que a cada ano será descontado do orçamento 1 ponto percentual do PIB, durante os próximos quatro anos.
Barbosa acrescentou que, do total do PAC 2, R$ 300 bilhões são recursos provenientes de empresas estatais; R$ 180 bilhões são dos recursos de caderneta de poupança, no âmbito do SBPE; R$ 95 bilhões são de transferências a Estados e municípios; R$ 46 bilhões são recursos do setor privado; e R$ 133 bilhões ainda serão definidos.
O ministro Mantega garantiu que os investimentos e as desonerações feitas pelo governo serão realizadas sem prejudicar as contas públicas. Segundo ele, em 2009 a carga tributária caiu para 33,8% do PIB, ante 34,5% do Produto em 2008. A redução da carga tributária em 2009 decorreu da queda da arrecadação por causa da crise global e pelas desonerações de impostos. O ministro destacou que as desonerações líquidas no período compreendido entre 2007 e 2010 somam R$ 60,605 bilhões, resultado de desonerações de R$ 123 bilhões e de onerações de R$ 63,143 bilhões. Os dados não levam em conta os recursos da CPMF que deixaram de ser arrecadados pelo fim do imposto em 2008.
Fonte: Valor Econômico
A taxa de juros para esses empréstimos será reajustada em 1º de julho. No caso dos financiamentos para máquinas, ela subirá de 4,5% ao ano para 5,5% anuais. Já nas demais linhas (pró-caminhoneiro), o custo do crédito subirá de 7% para 8,5% anuais.
Este ano os juros subsidiados representarão R$ 1,9 bilhão para cofres da União. "Nesta conta são considerados os financiamentos feitos até agora {março) e a previsão de contratação para este ano", disse o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa. Segundo ele, os recursos de 2009, de R$ 42 bilhões, foram totalmente emprestados.
A parcela do Programa de Aceleração do Crescimento 2 (PAC 2), anunciado ontem, que é de responsabilidade do Orçamento Geral da União (OGU) será de R$ 220 bilhões até 2014, cifra que representa 22,2% do total dos recursos do PAC 2, de R$ 980 bilhões. Na verdade, sairão dos cofres do Tesouro Nacional R$ 177 bilhões até 2014. O restante corresponde a estimativas de obras do PAC 2 que só acontecerão após 2014. O secretário disse que a cada ano será descontado do orçamento 1 ponto percentual do PIB, durante os próximos quatro anos.
Barbosa acrescentou que, do total do PAC 2, R$ 300 bilhões são recursos provenientes de empresas estatais; R$ 180 bilhões são dos recursos de caderneta de poupança, no âmbito do SBPE; R$ 95 bilhões são de transferências a Estados e municípios; R$ 46 bilhões são recursos do setor privado; e R$ 133 bilhões ainda serão definidos.
O ministro Mantega garantiu que os investimentos e as desonerações feitas pelo governo serão realizadas sem prejudicar as contas públicas. Segundo ele, em 2009 a carga tributária caiu para 33,8% do PIB, ante 34,5% do Produto em 2008. A redução da carga tributária em 2009 decorreu da queda da arrecadação por causa da crise global e pelas desonerações de impostos. O ministro destacou que as desonerações líquidas no período compreendido entre 2007 e 2010 somam R$ 60,605 bilhões, resultado de desonerações de R$ 123 bilhões e de onerações de R$ 63,143 bilhões. Os dados não levam em conta os recursos da CPMF que deixaram de ser arrecadados pelo fim do imposto em 2008.
Fonte: Valor Econômico
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