quinta-feira, 6 de maio de 2010
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Governo anuncia pacote para estimular exportações
Com crescimento econômico e dólar barato, superávit comercial recua 67%.
Segundo Mantega, pacote cria banco para financiar comércio exterior.
O governo federal anunciou nesta quarta-feira (5) um pacote de medidas para estimular as exportações brasileiras, que, neste ano, têm crescido bem menos do que as compras feitas no exterior - o que tem resultado em forte queda do superávit da balança comercial brasileira.
"Hoje, vivemos uma crise internacional lá fora, porque aqui não temos crise, mas isso agudiza a competição e concorrência e temos de estar tomando sempre medidas para que a produção brasileira seja mais competitiva", disse o ministro da Fazenda, Guido Mantega.
De janeiro a abril deste ano, o superávit da balança comercial recuou 65,7% sobre igual período de 2009, por conta do ritmo mais forte de crescimento da economia (que estimula as importações) e, também, do dólar mais desvalorizado - fator que torna as exportações brasileiras mais caras e barateia as compras feitas do exterior. Os fracos resultados da balança comercial estão impactando as contas externas brasileiras que, neste ano, de acordo com estimativa do BC, deve apresentar um rombo de quase US$ 50 bilhões.
Banco para o comércio exterior
Entre as medidas do pacote de estímulo às exportações, está a criação de um banco para financiar as operações de comércio exterior brasileiras, que está sendo apelidado de Eximbank (Export-Import Bank) brasileiro. A instituição se chamará Exim-Brasil. Este banco será ligado ao Banco Nacional de Deesnvolvimento Econômico e Social (BNDES), que operará com uma carteira de US$ 13 bilhões. "As operações de comércio exterior do BNDES serão transferidas ao Exim-Brasil", disse o presidente da instituição, Luciano Coutinho.
Devolução de créditos
Além da devolução mais rápida dos créditos do PIS e da Contribiução para Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) para as empresas exportadoras.
"A devolução de crédito tributário para as empresas exportadoras vem sendo demandada há muito tempo. Atualmente, a devolução dos créditos tem demorado até cinco anos para ser efetivada. Agora, vamos acelerar essa devolução, que se dará em até 30 dias após a solicitação", disse Mantega.
Segundo ele, até 50% dos créditos serão devolvidos. Isso poderá ser feito por emrpesas que tenham exportado 30% de sua produção, nos últimos dois anos, que sejam tributadas pelo lucro real e que utilizem a nota fiscal eletrônica.
Atuação das micro e pequenas empresas
Segundo o ministro, o governo também decidiu ampliar o poder de atuação das empresas inscritas no Simples Nacional, que, pelas regras atuais, não podem ter faturamento anual acima de R$ 2,4 milhões. Com o pacote de exportações, estas empresas não vão precisar computar os valores exportados dentro deste limite, em até R$ 2,4 milhões por ano. "Queremos estimular as pequenas empresas a participarem do esforço exportador", explicou Mantega. Segundo ele, essa medida ainda necessita da aprovação do Congresso Nacional.
Sistema de garantias e seguro
O ministro Mantega anunciou ainda que haverá uma modernização do sistema público de garantias para viabilizar as exportações. "Há uma demanda maior por garantias nas exportações. Vamos reorganizar", disse ele.
Acrescentou que os vários fundos garantidores existentes, como o fundo garantidor da indústria naval, para o setor de energia, serão transformados em apenas um fundo, que assegurará todas as operações de infraestrutura, que terá, inicialmente, R$ 5 bilhões. A expectativa do ministro é que o fundo opere em "um curto espaço de tempo".
"Vamos unificar todos eles em um único fundo garantidor para infraestruutra, de modo que ele tenha uma alavancagem maior", disse ele, que também anunciou a criação da Empresa brasileira de garantias. "A empresa dará todas estas garantias destes fundos. Terá mais agilidade para operar e deverá fazer consórcio com o setor privado de seguros", disse o ministro.
Mantega informou que também está sendo criado um fundo garantidor de comércio exterior, que terá, de início, R$ 12 bilhões. "Ele herdará os recursos do fundo garantidor atual e deverá atuar principalmente no comércio exterior e vai ter também mais agilidade para fazer alavancagem nas exportações", explicou.
Alexandro Martello Do G1, em Brasília
Segundo Mantega, pacote cria banco para financiar comércio exterior.
O governo federal anunciou nesta quarta-feira (5) um pacote de medidas para estimular as exportações brasileiras, que, neste ano, têm crescido bem menos do que as compras feitas no exterior - o que tem resultado em forte queda do superávit da balança comercial brasileira.
"Hoje, vivemos uma crise internacional lá fora, porque aqui não temos crise, mas isso agudiza a competição e concorrência e temos de estar tomando sempre medidas para que a produção brasileira seja mais competitiva", disse o ministro da Fazenda, Guido Mantega.
De janeiro a abril deste ano, o superávit da balança comercial recuou 65,7% sobre igual período de 2009, por conta do ritmo mais forte de crescimento da economia (que estimula as importações) e, também, do dólar mais desvalorizado - fator que torna as exportações brasileiras mais caras e barateia as compras feitas do exterior. Os fracos resultados da balança comercial estão impactando as contas externas brasileiras que, neste ano, de acordo com estimativa do BC, deve apresentar um rombo de quase US$ 50 bilhões.
Banco para o comércio exterior
Entre as medidas do pacote de estímulo às exportações, está a criação de um banco para financiar as operações de comércio exterior brasileiras, que está sendo apelidado de Eximbank (Export-Import Bank) brasileiro. A instituição se chamará Exim-Brasil. Este banco será ligado ao Banco Nacional de Deesnvolvimento Econômico e Social (BNDES), que operará com uma carteira de US$ 13 bilhões. "As operações de comércio exterior do BNDES serão transferidas ao Exim-Brasil", disse o presidente da instituição, Luciano Coutinho.
Devolução de créditos
Além da devolução mais rápida dos créditos do PIS e da Contribiução para Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) para as empresas exportadoras.
"A devolução de crédito tributário para as empresas exportadoras vem sendo demandada há muito tempo. Atualmente, a devolução dos créditos tem demorado até cinco anos para ser efetivada. Agora, vamos acelerar essa devolução, que se dará em até 30 dias após a solicitação", disse Mantega.
Segundo ele, até 50% dos créditos serão devolvidos. Isso poderá ser feito por emrpesas que tenham exportado 30% de sua produção, nos últimos dois anos, que sejam tributadas pelo lucro real e que utilizem a nota fiscal eletrônica.
Atuação das micro e pequenas empresas
Segundo o ministro, o governo também decidiu ampliar o poder de atuação das empresas inscritas no Simples Nacional, que, pelas regras atuais, não podem ter faturamento anual acima de R$ 2,4 milhões. Com o pacote de exportações, estas empresas não vão precisar computar os valores exportados dentro deste limite, em até R$ 2,4 milhões por ano. "Queremos estimular as pequenas empresas a participarem do esforço exportador", explicou Mantega. Segundo ele, essa medida ainda necessita da aprovação do Congresso Nacional.
Sistema de garantias e seguro
O ministro Mantega anunciou ainda que haverá uma modernização do sistema público de garantias para viabilizar as exportações. "Há uma demanda maior por garantias nas exportações. Vamos reorganizar", disse ele.
Acrescentou que os vários fundos garantidores existentes, como o fundo garantidor da indústria naval, para o setor de energia, serão transformados em apenas um fundo, que assegurará todas as operações de infraestrutura, que terá, inicialmente, R$ 5 bilhões. A expectativa do ministro é que o fundo opere em "um curto espaço de tempo".
"Vamos unificar todos eles em um único fundo garantidor para infraestruutra, de modo que ele tenha uma alavancagem maior", disse ele, que também anunciou a criação da Empresa brasileira de garantias. "A empresa dará todas estas garantias destes fundos. Terá mais agilidade para operar e deverá fazer consórcio com o setor privado de seguros", disse o ministro.
Mantega informou que também está sendo criado um fundo garantidor de comércio exterior, que terá, de início, R$ 12 bilhões. "Ele herdará os recursos do fundo garantidor atual e deverá atuar principalmente no comércio exterior e vai ter também mais agilidade para fazer alavancagem nas exportações", explicou.
Alexandro Martello Do G1, em Brasília
Brasil vive processo de desindustrialização
Ex-ministro da Administração e Reforma de Estado, Luiz Carlos Bresser-Pereira, argumenta que participação das indústrias diminuiu no PIB
Brasília - O desenvolvimento econômico só é possível com a industrialização do país, embora o que se observe atualmente é um processo de "desindustrialização". A opinião é do ex-ministro da Administração e Reforma de Estado, Luiz Carlos Bresser-Pereira. Ele participou nesta terça-feira (4) do seminário Juros e Câmbio, organizado pela Câmara dos Deputados.
Segundo ele, a participação da indústria no Produto Interno Bruto (PIB) - a soma de riquezas produzidas no país - caiu de 19%, em 1995 para cerca de 15,5% no ano passado e a "situação não ficou tão grave" porque há uma política de expansão da renda, com aumento do salário mínimo, de recursos para o programa Bolsa Família, além da criação do crédito consignado. Tudo isso, diz Bresser, contribui para aumentar a demanda interna e, por consequência, estimular a indústria.
O deputado Armando Monteiro, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que também participa do seminário, acrescentou que se forem observados os dados somente da indústria de transformação, a preocupação com o processo de desindustrialização é ainda maior, já que os dados como um todo incluem a extração mineral que cresce fortemente.
"Quando desconsideramos a indústria extrativa mineral e consideramos a de transformação, há uma perda de posição relativa ao crescimento da economia", afirmou. Monteiro criticou também a tributação dos investimentos, o taxa de câmbio e o o atual patamar dos juros.
Para Bresser, o Banco Central costuma acertar quanto ao momento de aumentar ou reduzir os juros básicos, mas erra na calibragem.
Na visão dele, quando a demanda está fraca e é preciso reduzir a Selic, o corte é pequeno. O patamar da Selic "atrapalha" a indústria, disse. Ele ressaltou, porém, que o prejuízo ao investimento não é tão alto porque o setor produtivo pode pegar empréstimo com Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) que cobra a Taxa de Juros de Longo Prazo, "rigorosamente subsidiada". "Não prejudica tanto o investimento [aumento da Selic]. Prejudica o Estado. É uma bomba de sucção do Estado".
Revista Exame
Brasília - O desenvolvimento econômico só é possível com a industrialização do país, embora o que se observe atualmente é um processo de "desindustrialização". A opinião é do ex-ministro da Administração e Reforma de Estado, Luiz Carlos Bresser-Pereira. Ele participou nesta terça-feira (4) do seminário Juros e Câmbio, organizado pela Câmara dos Deputados.
Segundo ele, a participação da indústria no Produto Interno Bruto (PIB) - a soma de riquezas produzidas no país - caiu de 19%, em 1995 para cerca de 15,5% no ano passado e a "situação não ficou tão grave" porque há uma política de expansão da renda, com aumento do salário mínimo, de recursos para o programa Bolsa Família, além da criação do crédito consignado. Tudo isso, diz Bresser, contribui para aumentar a demanda interna e, por consequência, estimular a indústria.
O deputado Armando Monteiro, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que também participa do seminário, acrescentou que se forem observados os dados somente da indústria de transformação, a preocupação com o processo de desindustrialização é ainda maior, já que os dados como um todo incluem a extração mineral que cresce fortemente.
"Quando desconsideramos a indústria extrativa mineral e consideramos a de transformação, há uma perda de posição relativa ao crescimento da economia", afirmou. Monteiro criticou também a tributação dos investimentos, o taxa de câmbio e o o atual patamar dos juros.
Para Bresser, o Banco Central costuma acertar quanto ao momento de aumentar ou reduzir os juros básicos, mas erra na calibragem.
Na visão dele, quando a demanda está fraca e é preciso reduzir a Selic, o corte é pequeno. O patamar da Selic "atrapalha" a indústria, disse. Ele ressaltou, porém, que o prejuízo ao investimento não é tão alto porque o setor produtivo pode pegar empréstimo com Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) que cobra a Taxa de Juros de Longo Prazo, "rigorosamente subsidiada". "Não prejudica tanto o investimento [aumento da Selic]. Prejudica o Estado. É uma bomba de sucção do Estado".
Revista Exame
Produção industrial cresce 18% no 1º trimestre de 2010, aponta IBGE
No mês de março, a atividade subiu 2,8% em relação a fevereiro.
Em março, influência positiva veio da indústria automobilística, diz pesquisa.
A produção industrial brasileira subiu 18,1% no primeiro trimestre de 2010 na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo a Pesquisa Industrial Mensal, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (4).
No mês de março, conforme os dados, a atividade industrial subiu 2,8% na comparação com fevereiro sem contar as influências sazonais. No mês, o setor que mais influenciou positivamente foi a indústria automobística, cuja produção subiu 10,6% na comparação com o mês anterior.
Comparando março de 2010 com o mesmo mês do ano anterior, a alta foi de 19,7%. O IBGE destaca que é o quarto avanço mensal consecutivo de dois dígitos comparando um mês com o mesmo período do ano anterior.
Ao comparar a produção industrial do primeiro trimestre de 2010 com o último trimestre de 2009 houve avanço de 3% na série com ajustes sazonais.
O único dado negativo aparece na série anualizada, que considera o acumulado dos últimos 12 meses. Nessa comparação, a atividade recuou 0,3%, mas conforme o IBGE "prosseguiu com redução no ritmo de perda e registrou a queda menos intensa, nessa comparação, desde janeiro de 2009 (1%)."
Março ante fevereiro
De acordo com a pesquisa, a expansão de 2,8% em março ante fevereiro ocorreu por conta de bons resultados em 19 dos 27 setores industriais pesquisados, com destaque para veículos (10,6%), alimentos (5%), máquinas e equipamentos (5,2%), bebidas (7,6%) e celulose e papel (6,4%).
As pressões negativas, segundo o IBGE, vieram do setor de refino de petróleo e produção de álcool (-9,4%), "refletindo em grande parte as paralisações ocorridas em unidades produtoras de importante empresa do setor", e na indústria farmacêutica, que após avançar 17% em fevereiro, recuou 9,7% em março.
Março ante março de 2009
Segundo o IBGE, a alta de 19,7% em março na comparação com o mesmo mês do ano anterior, é atribuída ao bom resultado de 25 das 27 atividades industriais, "refletindo não só a aceleração no ritmo da produção nesse início de 2010, mas também a baixa base de comparação decorrente dos efeitos da crise econômica internacional", destaca o instituto. o IBGE também ressalta que março teve um dia a mais do que fevereiro.
Fonte: G1
Em março, influência positiva veio da indústria automobilística, diz pesquisa.
A produção industrial brasileira subiu 18,1% no primeiro trimestre de 2010 na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo a Pesquisa Industrial Mensal, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (4).
No mês de março, conforme os dados, a atividade industrial subiu 2,8% na comparação com fevereiro sem contar as influências sazonais. No mês, o setor que mais influenciou positivamente foi a indústria automobística, cuja produção subiu 10,6% na comparação com o mês anterior.
Comparando março de 2010 com o mesmo mês do ano anterior, a alta foi de 19,7%. O IBGE destaca que é o quarto avanço mensal consecutivo de dois dígitos comparando um mês com o mesmo período do ano anterior.
Ao comparar a produção industrial do primeiro trimestre de 2010 com o último trimestre de 2009 houve avanço de 3% na série com ajustes sazonais.
O único dado negativo aparece na série anualizada, que considera o acumulado dos últimos 12 meses. Nessa comparação, a atividade recuou 0,3%, mas conforme o IBGE "prosseguiu com redução no ritmo de perda e registrou a queda menos intensa, nessa comparação, desde janeiro de 2009 (1%)."
Março ante fevereiro
De acordo com a pesquisa, a expansão de 2,8% em março ante fevereiro ocorreu por conta de bons resultados em 19 dos 27 setores industriais pesquisados, com destaque para veículos (10,6%), alimentos (5%), máquinas e equipamentos (5,2%), bebidas (7,6%) e celulose e papel (6,4%).
As pressões negativas, segundo o IBGE, vieram do setor de refino de petróleo e produção de álcool (-9,4%), "refletindo em grande parte as paralisações ocorridas em unidades produtoras de importante empresa do setor", e na indústria farmacêutica, que após avançar 17% em fevereiro, recuou 9,7% em março.
Março ante março de 2009
Segundo o IBGE, a alta de 19,7% em março na comparação com o mesmo mês do ano anterior, é atribuída ao bom resultado de 25 das 27 atividades industriais, "refletindo não só a aceleração no ritmo da produção nesse início de 2010, mas também a baixa base de comparação decorrente dos efeitos da crise econômica internacional", destaca o instituto. o IBGE também ressalta que março teve um dia a mais do que fevereiro.
Fonte: G1
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Metalúrgicos aprovam reajuste
Em assembléia geral realizada no sábado, dia 1º de maio, o Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos aprovou a proposta para Convenção Coletiva 2010/2011. Pelo acordo, os salários da categoria terão reajuste de 6% sobre o salário de 31 de março e piso salarial único de R$ 682,00 mensal.
Serão compensados os aumentos/antecipações salariais concedidos pelas empresas integrantes da categoria econômica no período de 1º de abril de 2009 até 31 de março de 2010.
Os empregados demitidos em março de 2010, cujos avisos prévios se projetam dentro do período de vigência da nova Convenção, farão jus ao percentual de 6,00% (seis por cento) incidentes sobre os salários dos dias projetados;
Também houve renovação das cláusulas sociais, dos critérios e regras para banco de horas e do termo aditivo á Convenção Coletiva de Trabalho.
Serão compensados os aumentos/antecipações salariais concedidos pelas empresas integrantes da categoria econômica no período de 1º de abril de 2009 até 31 de março de 2010.
Os empregados demitidos em março de 2010, cujos avisos prévios se projetam dentro do período de vigência da nova Convenção, farão jus ao percentual de 6,00% (seis por cento) incidentes sobre os salários dos dias projetados;
Também houve renovação das cláusulas sociais, dos critérios e regras para banco de horas e do termo aditivo á Convenção Coletiva de Trabalho.
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